Notícias do Mundo Digital

27 08 2010

Por Maria Fernanda

O ContextoWeb mudou! Acesse http://www.webcontexto.com.br

Vamos às atualizações e informações importantes para os negócios presentes no mundo digital:

1. Indonésia e Brasil lideram a explosão do Twitter no mundo

Segundo notícia da Info o Twitter cresceu 109% do último ano e atingiu a marca de 93 milhões de usuários. Os maiores crescimentos foram registrados justamente na Indonésia (20,8%), Brasil (20,5%) e Colômbia (19%).
Os países em desenvolvimento finalmente estão socializando com o resto do mundo – com o perdão do trocadilho.

2. 87% dos consumidores pretendem comprar pela Internet no 3º Trimestre

Dessa vez, vamos falar de e-commerce. A NewTrade divulgou no começo do mês a notícia de que a maioria absoluta dos consumidores brasileiros pretende comprar pela Internet nos próximos meses. É um dado tão assustador como maravilhoso. Quem fez esta pesquisa foi a FIA, gabaritando ainda mais seus resultados.

3. Tanlup – “O lugar para vender e comprar coisas legais”

Vale a pena conhecer o site que abriu portas para pequenos artistas e lojistas venderem on-line seus produtos. Cada empresa tem seu próprio portal dentro do Tanlup para a sua loja, e o processo de criação é bem simples e barato. Já são mais de 1400 empresários que investiram nessa mini plataforma.

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E-commerce vs Canibalização

24 08 2010

por Renata Reis


Em marketing, Canibalização é o resultado da introdução de um novo produto que tomará parte do mercado de um produto já existente do mesmo fabricante/marca. Muitos discordam da estratégia alegando que desvia o foco dos objetivos, outros acreditam que se bem planejada pode alongar o ciclo de vida para muitas marcas.

Há duas razões que levam a prática da canibalização: manter-se a frente da concorrência lançando novos produtos/serviços e impedir a queda nas vendas.

Citando um mau exemplo de percepção de mercado, temos a Kodak que levou tempo para entrar no mercado de câmeras digitais abrindo forte mercado para a concorrência.

Quantas marcas não surgiram nesta época? Quais foram os prejuízos para a Kodak? Hoje, qual é a marca da sua câmera digital?

E o que isso tem a ver com e-commerce?

Downes e Mui, ensinam: “Construa um e-business que roube clientes de seu negócio atual pra conquistar fidelidade à marca, alcançar novos mercados ou obter massa crítica”.  Uma atitude bem comum no mundo offline, que não impede de vir a ser presente no mundo online daqui a alguns anos. A idéia é que se você não tirar proveito da internet agora, seu negócio sofrerá depois.

O conceito de canibalização é buscar novas vendas e novas operações afastando um antigo modelo de negócio que não seja capaz de competir com o mercado em constantes mudanças.

De acordo com este conceito, identificando este momento de inovação, boa parte das grandes e pequenas empresas já migraram e estão migrando suas lojas físicas para o e-commerce. Mas qual será o custo desta migração para os pontos de venda?

Acredita-se que parte dos lucros do mundo off partirá para o mundo virtual.  Vale salientar que muitos consumidores utilizam o site para se atualizar das novidades podendo decidir comprar através do site ou ir até uma loja. Já existem cross de métricas que fazem uma relação entre o número de visitas ao site x o número de produtos vendidos em lojas físicas.

Segundo Chris Anderson, “alguns clientes querem ir às lojas. Outros preferem comprar online. Ainda outros gostam de fazer pesquisas online, e depois comprar nas lojas. E também há os que percorrem as lojas e depois compram online. Uns são apressados, outros podem esperar”.

Certamente, o surgimento da loja virtual gerou e ainda gera uma competição muito “sutil” entre lojas físicas (várias) e loja virtual (única).

O fato é que a loja virtual não veio para competir com a loja física, embora  algumas lojas virtuais já ocupem a 1ª posição no ranking das lojas dos grandes varejos, ultrapassando grandes pontos, como o caso do Magazine Luiza que tem como número 1 a sua loja virtual.

E como não competir com um canal totalmente interativo, cheio de promoções ao alcance dos cartões, em vasto crescimento, com baixos custos e repleto de “truques”?

Será que o e-commerce vai canibalizar o tradicional ponto de venda?

Em alguns anos teremos a resposta.

Abraços :)

@_RenataReis_

@contextoweb





E-COMMERCE: Balanço do 1º semestre de 2010

17 08 2010

por Renata Reis

Bom dia!!!

Sou a nova colaboradora do Contexto Web e estou aqui para abrir o post e falar um pouco mais sobre e-commerce com vcs.

E já vamos começar com informações super atualizadas do setor. Boa leitura a todos!

O que é o WebShoppers?

web shoppers

O WebShoppers é uma iniciativa da e–bit e tem como objetivo buscar informações sobre o comportamento de compras dos internautas brasileiros e sua relação com o e-commerce, demonstrando em números toda a evolução do comércio eletrônico nacional. O WebShoppers está em sua 22ª edição.

Mas quem é a e-bit?

Presente no mercado desde janeiro de 2000, a e-bit se tornou uma empresa especializada em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro.

Então vamos ao resumo do cenário do comércio eletrônico no 1º semestre de 2010.

  • O e-commerce brasileiro cresceu 40% no 1º semestre se comparado ao mesmo período de 2009, atingindo faturamento de R$ 6,7 bilhões e tíquete médio de R$ 379. Para o fechamento de 2010, a expectativa é que o faturamento deva chegar a R$ 14,3 bilhões.
  • Até o primeiro semestre de 2010, foram 20 milhões de pessoas que compraram pela internet ao menos uma vez. Até o final do ano, esse número deverá alcançar 23 milhões.
  • As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre do e-commerce em 2010 foram: Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais, Eletrodomésticos, Saúde, Beleza e Medicamentos, Informática e Eletrônicos.
  • A Copa do Mundo alavancou o faturamento no 1º semestre de 2010 com a venda de TVs de tela plana e Artigos Esportivos.
  • O e-consumidor está cada vez mais seguro e confiante em realizar compras via web. O índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual atingiu 86% no primeiro semestre.
  • Cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet proveniente de uma rede social são mulheres.
  • Quando se diz respeito à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, 7 anos mais jovens que os compradores do mercado: 34 contra 41 anos.
  • Quando analisamos as categorias preferidas dos e-consumidores provenientes de redes sociais, Moda e Acessórios aparece como destaque, com cerca de 20% do volume transacional.
  • De acordo com dados levantados na Pesquisa de Resistência a Compra, dos e-consumidores que visitaram sites e decidiram não comprar nenhum produto, 62% disseram ter consultado preço, valor do frete ou o custo total do produto, além de ter procurado por promoções e descontos.
  • Dos entrevistados, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo compra. Já 14% disseram que deram início ao processo de compra, mas acabaram não concluindo o procedimento.

Confira também o vídeo do Diretor Geral da e-bit, Pedro Guasti:

Abraços :)

@_RenataReis_

@contextoweb





Compras coletivas: descontos e redes sociais

30 07 2010

compras coletivasNos últimos meses o Brasil foi bombardeado com o lançamento de diversos sites com propósitos semelhantes – as compras coletivas. O conceito é muito simples: oferecer grandes ofertas e descontos – principalmente de produtos e serviços regionais, desde que em quantidade.

Por exemplo, no site ClickOn são oferecidas cortes de cabelo no salão de beleza do Lazinho com desconto de 68%. Se um número mínimo de cortes não foi vendido ninguém efetua a compra. Dessa forma, os sites incentivam os usuários a divulgar a oportyunidade via web e redes sociais mobilizando muitas pessoas para conseguir o desconto. É a mesma idéia do, já antigo, Sam’s Club.

Algumas considerações sobre estas lojas:

  • SERVIÇOS: Percebemos que a maior parte das ofertas é de serviços. Por custarem nada em termos de logística e estoque, tornam-se muito convenientes para este tipo de negócio.
  • REGIONALIZAÇÃO: A maior parte dos sites de compras coletivas aparecem segmentados por cidades e regionalmente. A própria característica dos serviços que não em forma virtual estabelece essa necessidade.
  • GRANDES CIDADES E CAPITAIS: Estão presentes principalmente nas grandes cidades e capitais. Desnecessário inferir acerca do poder de consumo destas e melhor acesso a banda larga e móvel.
  • PRINCIPAIS SITES: Peixeurbano, ClickOn, Coletivar, Ofertadia, Agrupe, Zipme, entre outros.

Vale a pena ressaltar que a multiplicação desse tipo de negócio sugere-se sua atratividade devido aos custos baixos de logística e etc. Percebam como consumidores, no entanto, que é necessário avaliar bem a segurança do site, suas referências e acessos para não acabar em um site mais oportunista do que bem intencionado.
Aguardo sugestões de temas para o blog e obrigada pelos acessos constantes!

Peixe Urbano





E-commerce Fácil

17 07 2010

por Maria Fernanda

Que o e-commerce vem crescendo no Brasil a cado ano todos sabem. Que os brasileiros constituem um das populações do mundo que mais utilizam as redes sociais, também.
Gostaria, portanto, de compartilhar a minha visão de consumidora e alguns pontos que considero vitais para o bom desempenho das lojas virtuais:

  1. Usabilidade: a informação tem de estar no local certo, no momento em que o usuário precisa dela e de forma muito clara. O ideal é que não exista a necessidade de procurar uma determinada informação – ela deve estar a vista.
  2. Atenção para integração entre componentes do site: webdesign, esquema de cores para cada categoria de produtos – estimulando os sentidos humanos, rapidez, entre outros.
  3. Possibilidades de compartilhamento de informações: de forma fácil e rápida através de contatos entre as pessoas, como no caso das redes sociais. Por exemplo, estimular promoções pelo twitter que levem ao site da empresa e integrem a própria promoção lá. Ou seja, a pessoa deve poder acessar suas redes sociais a partir da loja virtual, mantendo o contato com a marca o maior tempo possível – sem migrar para as páginas do Facebook, Twitter e outros.

Para quem se interessa pelo assunto um link interessante é o da reportagem da PEGN, onde pessoas influentes no mundo digital (Sandra Turchi e o presidente do Buscapé, entre outros) avaliam alguns e-commerce brasileiros.